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sexta-feira, 6 de julho de 2012

SOMENTE MAIS UMA ENTREVISTA

"Ao Domingo Com o Escritor Carlos Santos Oliveira"

No passado dia 02/07/2012 tive o grato prazer de ser referenciado na rubrica "Ao Domingo Com" do excelente blogue de literatura otempoentreosmeuslivros.blogspot.pt.
Abaixo tanscrevo o texto ali publicado:

"Escrever representou desde sempre, para mim, uma manifesta necessidade de comunicar.


Ainda durante a puberdade, por ser um jovem muito tímido, acalentei na escrita a possibilidade de exprimir os meus sentimentos, que vieram depois durante a adolescência a ser partilhados através da participação em concursos literários, sendo agraciado com alguns prémios e a respectiva publicação dos trabalhos. Comecei igualmente nesse período a publicar textos em jornais e poemas em colectâneas de poesia; uma delas publicada na ex-RDA (República Democrática da Alemanha).

O teatro e as viagens surgiram-me posteriormente também, como forma de comunicação e desinibição. Não só a representação, como as viagens que fui fazendo ao longo de Portugal, pela Europa e pelo Brasil, país onde me fixei durante dois anos (desenvolvendo aí alguma actividade cultural num Centro de Imigrantes Portugueses), transmitiram-me um vasto conhecimento da condição humana, preponderante na minha escrita e personalidade.

Depois do meu regresso a Portugal continuei a desenvolver actividade no campo da escrita, agora como jornalista, profissão que exerci durante alguns anos.

Com a minha ida para os Açores, Região onde vivi cerca de 12 anos, trabalhando como professor e oficial de justiça, dediquei-me, sobretudo, aos afectos e à família, apenas regressando à escrita no ano de 2008 com a publicação da obra “É Tão Fácil Morrer”, o meu primeiro livro a solo.

Seguiram-se os livros “Redes”, “Sentenças da Vida”, “A Lição do Rinoceronte” e “Os Filhos Não São Maus”.

Muitos anos após as primeiras linhas que escrevi, sei que consegui alcançar o meu objectivo principal: estabelecer um diálogo de ideias e afectos. Razão pela qual me sinto gratificado e agradecido a todos aqueles que vão lendo os meus livros e que me fazem chegar as suas mensagens críticas e de incentivo.

“Só o Amor pode salvar” é a mensagem essencial nos meus livros e sinto-a cada vez mais prioritária no seio de uma sociedade desumanizada."